Companheiras e companheiros
Como vocês já devem estar sabendo, nestas eleições volto a disputar uma vaga na Câmara de Deputados. E gostaria de, mais uma vez, estabelecer um diálogo especial com todos os filiados do PT. Já disse, na carta que escrevi a vocês em 2006, que, para mim, a militância política só se justifica se for “em razão de um projeto coletivo, de uma missão, de um sonho, de uma causa”. E é dessa forma que quero começar esta conversa, quatro anos depois – período no qual exerci meu sexto mandato de deputado federal, e o Brasil se transformou, sob o comando de Lula.
Nesses últimos quatro anos exerci pela primeira vez um mandato como deputado da base de sustentação do governo. Nessa nova fase, pude resgatar a minha pauta política, interrompida em 2002 quando fui candidato ao Governo de São Paulo e requalificar minha militância com o aprendizado destas novas tarefas e com a defesa das conquistas do nosso governo.
Na campanha para governador percorri o estado todo e conheci profundamente as riquezas e as mazelas de São Paulo. A presidência nacional do PT propiciou meu contato com as diversas forças do partido, com a grandeza e com os problemas da sua militância. E, acima de tudo, o fato de conduzir o PT nos primeiros anos de governo me colocou no centro da construção do nosso projeto político. A crise de 2005 revelou o quanto subestimamos a radicalidade da disputa política e me impôs uma reflexão sobre os nossos erros e limitações.
De certa forma, esses acontecimentos todos remetem à minha experiência e fazem parte da história da minha militância. A radicalidade da disputa política e ideológica no Brasil eu já tinha presenciado na guerrilha, como preso político e na construção do PT. Ver o enfrentamento e a negociação como necessidade para a construção de saídas políticas e entendê-los não como imposição, mas como condição para a realização da democracia, eu já havia aprendido no convívio com Ulysses Guimarães, Lula, Plínio de Arruda Sampaio, Mario Covas e outros, durante a Constituinte de 1988.
Entretanto, assim como a ação impiedosa da mídia na crise de 2005 me remeteu às lembranças tenebrosas da tortura sofrida nos porões da ditadura militar, não tenho dúvida da Leia mais →












Genoino assina o Pacto pela Juventude!
A ONU declarou 2010 como o ano Internacional da Juventude e neste momento o Brasil registra a maior população juvenil em números absolutos da história! O governo Lula avançou na construção de políticas públicas de juventude. Realizou a I Conferência Nacional de Juventude, acaba de convocar a segunda para 2011 e orientou prioridades como a campanha permanente pelos marcos legais, que conquistou sua primeira vitória com a aprovação da PEC da Juventude. A Emenda nº 65, promulgada em 13 de julho de 2010, ao incluir o termo “jovem” na Constituição Federal garantiu de forma prioritária direitos sociais aos 50 milhões de pessoas com idade entre 15 e 29 anos que vivem atualmente no país.
As propostas no documento são divididas em 12 eixos, como Marco legal, Educação, Trabalho, Políticas Afirmativas, Cidadania, Cultura, Saúde, Segurança, Participação, etc.
Os conselheiros esperam que este documento contribua para o debate sobre a importância de comprometer o poder público com as pautas da juventude.
As organizações ainda convidam a galera para realizar atividades do Pacto pela Juventude. Para saber como participar desta importante mobilização é só acessar o blog: http://pactopelajuventude.wordpress.com/ Lá tem um passo-a-passo para organizar atividades.